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Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento

Por Nelson Ferreira, Redator do Perito Animal. Atualizado: 27 outubro 2021
Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento

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A Parvovirose felina ou Parvovírus felino é um vírus que provoca a panleucopenia felina. Esta doença é bastante grave e se não for tratada pode acabar com a vida do gato em pouco tempo. Afeta gatos de todas as idade e é muito contagiosa.

É importante conhecer os sintomas e sobretudo proteger o seu gato com a vacinação, visto que é o único método de prevenção. Gatinhos muito pequenos ou sem vacinar devem evitar o contato com outros gatos até que tenham todas as suas vacinas em dia, com a finalidade de não se contagiarem com nenhuma das doenças mais comuns nos gatos.

Neste artigo do PeritoAnimal contamos-lhe tudo sobre a parvovirose felina, para que possa reconhecer os sintomas e atuar corretamente diante de uma infecção. Boa leitura.

Também lhe pode interessar: Panleucopenia felina: sintomas e tratamento

O que é a parvovirose felina?

A parvovirose felina é um vírus que provoca a chamada panleucopenia felina. É uma doença altamente contagiosa e muito perigosa para os gatos. Também se conhece como enterite felina infecciosa, febre felina ou ataxia felina.

O vírus está presente no ar e no ambiente. Por isso todos os gatos em algum momento da sua vida estarão expostos a ele. É importante vacinar o nosso gato contra esta doença, visto que é muito grave e pode provocar a morte do animal. Não perca o nosso artigo em que lhe mostramos o calendário de vacinação para gatos que deve seguir.

O período de incubação do parvovírus em gatos é de 3 a 6 dias e, depois, a doença avançará durante mais 5 a 7 dias piorando progressivamente. É fundamental um diagnóstico rápido para combater a parvovirose em gatos.

A parvovirose afeta a divisão normal das células, provoca danos na medula óssea e intestinos. deteriora o sistema imunológico, provocando uma descida no número de glóbulos brancos, essenciais para uma resposta contra a doença. Os glóbulos vermelhos também descem provocando uma anemia e debilidade.

Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento - O que é a parvovirose felina?

Contágio da parvovirose felina

Os gatos doentes devem manter-se isolados, uma vez que são altamente contagiosos. As suas fezes, urina, secreções e inclusivamente pulgas contêm o vírus.

Como já foi dito, o vírus está no ambiente. Embora o gato esteja já curado tudo o que entrou em contato com ele está infectado. Além disso, o vírus é muito resistente e pode permanecer meses no ambiente. Desta forma, devem ser limpos todos os utensílios do gato infectado: a caixa de areia, os brinquedos e todas as zonas onde gosta de se deitar. Pode utilizar água sanitária diluída em água ou consultar o seu veterinário sobre desinfecções profissionais.

A parvovirose felina não afeta o ser humano, mas deve os extremar a higiene para eliminar o vírus do ambiente. É recomendável manter afastados os gatos jovens, doentes ou não vacinados de gatos estranhos ou que tenham superado a doenças poucos meses antes.

A melhor forma de evitar contágios é a prevenção. Vacine o seu gato contra a parvovirose.

Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento - Contágio da parvovirose felina

Sintomas da panleucopenia felina

Os sintomas mais frequentes da parvovirose em gatos são:

  • Febre
  • Vômitos
  • Letargia e fadiga
  • Diarreia
  • Fezes com sangue
  • Anemia

Os vômitos e a diarreia podem ser muito severos e desidratar o seu gatinho muito rapidamente. É fundamental agir o quanto antes e levar o gato ao veterinário quando observar os primeiros sintomas. Embora não seja inusual que um gato vomite em um determinado momento, a panleucopenia felina caracteriza-se por vômitos constantes e por uma debilidade considerável.

Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento - Sintomas da panleucopenia felina

Tratamento da panleucopenia felina

Tal como acontece com outras doenças de origem viral, não existe um tratamento específico para a parvovirose felina. Há como curar o gato da doença se ela for identificada rapidamente mas, se isso não ocorrer, há apenas como realizar um tratamento paliativo para lidar com os sintomas e combater a desidratação para que o gato supere a doença por si mesmo.

Gatinhos muito jovens ou com um avançado estado da patologia têm uma taxa de sobrevivência muito baixa. Quando observar sintomas próprios da doença, vá imediatamente ao veterinário.

Normalmente é preciso a hospitalização do gato para ser administrado o tratamento adequado. Irá ser combatida a desidratação e a falta de nutrientes e, o mais importante, tentar evitar o contágio de outras doenças. Além disso, manter-se-á controlada a sua temperatura corporal.

Dado que a parvovirose felina afeta o sistema imunológico, os gatos contagiados têm mais probabilidades de contrair outras infecções bacterianas ou virais. Por isso, insistimos em acudir ao veterinário, assim como extremar as precauções para evitar que o estado da doença piore.

Quando o seu gato voltar a casa, tenha preparado um lugar quentinho e confortável para ele e dê-lhe muitos mimos até que se recupere. Uma vez que o seu felino tenha superado a doença ficará imune a ela. Mas lembre-se de limpar todas as suas coisas para evitar o contágio a outros gatos.

E agora que você já sabe tudo sobre a parvovirose em gatos, recomendamos a leitura deste outro artigo sobre a parvovirose em filhotes recém-nascidos.

Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento - Tratamento da panleucopenia felina

Este artigo é meramente informativo, no PeritoAnimal.com.br não temos capacidade para receitar tratamentos veterinários nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Sugerimos-lhe que leve o seu animal de estimação ao veterinário no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

Se deseja ler mais artigos parecidos a Parvovirose felina - Contágio, sintomas e tratamento, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Doenças virais.

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3 comentários
A sua avaliação:
Claudia
SIM EXISTE O QUE ACABA COM A PARVOVIROSE FELINA.
O peróxido de hidrogênio ou a água oxigenada a10%, mata bactérias, vírus e fungos pois nenhum deles pode viver no oxigênio puro que é o peróxido de hidrógeno.
Deve ser muito bem misturado com água por varios minutos (deve ser muito bem misturado a água) e administrado na dose certa por via oral, com seringa, SEM AGULHA, é mais fácil, e com o estômago vazio e de acordo com o peso do animal duas vezes ao dia, dependendo da gravidade.
Os assassinos de bata branca ou seja médicos e veterinários que estão associados à máfia das farmácias não estão preocupados com seu animal de estimação e sim com seu bolso e carteira de dinheiro e por isso que mentem que não há remédio para o parvovírus porque querem que você gaste muito dinheiro com eles com seu medo que seu animalzinho sofra ou morra mas o que importa a essa máfia é o quanto eles podem tirar de dinheiro isso é só o que interessa a essa máfia cruel.
Você deve saber quanto pesa seu animalzinho para administrar peróxido de hidrogênio porque depende do peso o que é muito importante. Na Internet, existem protocolos para você se informar, busque bem e você vai encontrar.
Em geral essa máfia tenta eliminar todas as páginas de ajuda com peróxido pois eles não querem que ninguém descubra afinal a água oxigenada ou peróxido de hidrogenio é muito barato e não gera lucro a essa mafia assassina.
A sua avaliação:
Jéssica
Tem como dar a vacina da pavorvirose quando o gato está com a doença já?
Meu gato não foi vacinado ele tem 5 anos se der a vacina ele vai melhorar?
Juliana
Adotei ha uns 8 meses uma gatinha filha da gata do visinho que morreu por ter uma má formação intestinal. E peguei outra da nova ninhada da mesma gata que hoje tem cerca de 3 meses. Li que a parvovirose felina pode causar está má formação se pega em gatas prenhas, imagino que a gata do visinho não seja vacinada. Pode ocorrer da gata ter tido a doença ou assintomática ou se curado sozinha? Corre o risco deste filhote ter o mesmo problema? Existe algum exame que possa ser feito para diagnosticar precocemente se tiver alguma situação semelhante? Moro em cidade pequena sem muitos recursos, tanto que na outra gatinha a veterinária só descobriu o problema na necropsia. Aqui na cidade pouquíssimas pessoas vacinam os animais e a maioria que vacina é apenas com anti rabica, poucos vacinam com a V10 os cães filhotes, e muito menos vacinam cães adultos e gatos contra outras doenças. A nova bebê ja tomou a tríplice felina, mas queria saber se tem alguma forma de saber que esta tudo bem. A vet no caso da outra gatinha disse que por ultrasom não deu para perceber a má formação. Por isto gostaria de saber se tem algo que possa ser feito para ter um diagnóstico precoce e se houver um tratamento para o problema...
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